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Lavando as roupinhas do seu bebê

74086_AmpliadaAs roupinhas do bebê sempre exigem um cuidado maior na hora de levar, secar e passar. Esse cuidado se deve ao risco de ocorrer alergias. A Curumim gostaria de te ajudar com dicas de cuidados e lavagem.

Primeiramente, sempre que comprar uma roupinha nova, lave! Cuidado, no entanto, com o uso de amaciantes: Viviane Paulucci, sócia da consultoria Baby Planners em São Paulo, relatou que “É bom não abusar nos primeiros dias de vida. Apesar do cheirinho agradável, o bebê ainda é muito vulnerável e existe risco de alergias e irritações”. Não lave as roupinhas do bebê com as roupas de outros familiares, pois assim você evita que a sujeira das outras roupas entre em contato com a do bebê. 

Dica Curumim:

  •   Use sabão de coco e/ou neutro. 
  • Enxague as peças no minimo duas vezes, pois assim, nenhum cheiro causará alergia ou irritação na pele do bebê. 
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Uma conversa sobre: Chupetas.

bebe_chupetaQuem inventou as chupetas? Provavelmente uma mãe que tinha um filho chorão e queria que seu filho se distraísse com algo, assim, parando de chorar. Primeiramente a sucção é um reflexo, presente na vida do bebê desde sua vida intrauterina, e a chupeta é um objeto transicional que permite ao bebê realizar esse movimento quando não está sendo amamentado. A chupeta, porém, pode causar sérios problemas, como problemas nos dentinhos, no sistema respiratório e no desenvolvimento da fala do bebê.

É com dois anos que o bebê deixa de possuir esta necessidade de sucção. Após essa idade é apenas um comportamento que criança adquiriu, não mais uma necessidade. O maior problema que os pais enfrentam em meio a tudo isso é quando o bebê se apega emocionalmente a este objeto. Ou seja, quanto mais cedo retirar, melhor. Mesmo quando esta tarefa se torna árdua e difícil, há solução: negociar com seu filho a troca da chupeta por algo que ele goste. Não é a melhor alternativa, porém quando já não existe mais nada para fazer, é o que resta. No começo não será fácil nem para você, nem para a criança. Mas com toda certeza ele se acostumará e não irá mais precisar da chupeta.chupeta1

  • Curiosidade Curumim: Escavações de tumbas de bebês que viveram há 3000 anos revelaram a existência de peças de argila.  As peças em forma de animal possuíam um orifício pelo qual era introduzido alimento, como o  mel, para  criança sugar seu conteúdo. Ou seja, a chupeta! Interessante, não é mesmo?
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Cadeirinhas de carro, você usa?

Uma cadeirinha de bebê, quando bem usada, poderá salvar a vida do seu filho. O que acontece é que muitas mamães acabam usando a cadeirinha da forma errada.

Primeiramente é importante verificar se na caixa que veio a cadeirinha está o selo do Inmetro. A existência do selo é garantia de segurança.

Cadeirinha BEBEDepois, durante o uso, não deixe a cadeirinha frouxa ou mal ajustada e sempre deixe a cadeirinha no banco traseiro. A cadeirinha deve ficar virada para o vidro de trás.

Ainda é preciso cuidar com essa situação: a mamãe fica a todo instante olhando para o retrovisor tentando visualizar o filho. Isso pode ser uma distração, podendo causar um acidente.

Compre sempre a cadeirinha da idade do seu filho. Nunca uma idade a mais ou idade a menos, isso poderá prejudicar a coluna do bebê e seu bebê ficará ou sobrando dentro da cadeirinha, ou muito preso.

Sempre use a cadeirinha.

Para ir a padaria? Use. Para ir ao mercado? Use. Para ir a praia? Use.

E se eu sair com o carro da minha amiga? Peça licença e leve a cadeirinha. Mamãe, nunca ultrapasse o limite ideal de passageiros no seu carro e sempre transporte bebês e crianças na cadeirinha adequada.

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O que não fazer ao visitar um recém-nascido.

Logo que um bebezinho nasce a mamãe recebe muitas visitas em casa. São parentes em casa, amigos, crianças… Todos querendo pegar a pobre criança. Mas afinal, existe uma regra de etiqueta que precisamos entender na hora de visitar um recém-nascido? Na verdade existe, vejamos:

largeTenha calma. Não faça o desesperado. Espere entre duas ou três semanas para visitar a mamãe e o bebê na casa deles. A mamãe precisa se adaptar a nova rotina, então espere um pouco.

Visite durante o dia. Pense comigo: a mamãe cuida do bebê o dia inteiro, talvez, a madrugada inteira, e você quer ir logo visitar o bebê pela noite? Não né! A não ser que a mamãe tenha lhe pedido uma ajuda.

Tenha cuidado com o bebê. O recém-nascido é muito sensível. Ele está se acostumando a viver fora do útero, então tenha paciência. Se a mamãe falar “pode pegar“, pegue. Ao contrário, nem pensar. E por favor, não tente acordar o bebê enquanto ele dorme. Peça para as crianças não gritarem, pois isto poderá acordar o bebê e o deixar assustado.

Não tire fotos com flash! O  flash assusta o bebê.

Leve um mimo para a mamãe e para o bebê. Para a mãe, chocolates, flores. Para o bebê, roupinhas, enfeites para o quartinho.

Nenhuma mãe com um recém-nascido em casa quer uma casa cheia de crianças gritando. Pessoas tirando foto do seu bebê. Um monte de pessoas segurando o bebê de um lado para outro. É importante ser sensato.

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Para mamães de primeira viagem

large (1)Para mamães de primeira viagem algumas dicas valem ouro:

Sabia que é necessário retirar as etiquetas das roupinhas do bebê para não machucar? E que no verão é preferível colocar no seu bebê tecidos leves (algodão, linho) e no inverno tecidos mais pesados (plush,lã,moletom)? Que a utilização de material anti-alérgico é um cuidado a mais e todo cuidado é pouco: evite roupinhas com pelinhos.

Um bebê recém-nascido cresce muito rápido. Portanto, não exagere no enxoval e vá comprando com o tempo, conforme ele for crescendo. As peças básicas e ideais para um recém-nascido são:

  •  8 bodys
  •  6 macacões para o inverno
  •  6 macacões para o verão
  •  5 pagão
  •  1 casaquinho de moletom 
  •  3 babadores
  •  4 calças de moletom/algodão
  •  3 pares de sapatinhos de algodão e 1 tênis e/ou sapato.
  •  5 pares de meinha
  •  2 mantas (1 grossa e 1 leve)
  •  3 fraldinhas de boca.

 

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Violência obstétrica: marcas no corpo e na alma.

Hoje, no Brasil, uma em cada 4 mulheres sofrem violência durante o parto. Toda mãe deve ter o direito de conceber o seu bebê da forma que desejar. Porém muitos médicos e enfermeiras, de rede pública e privada, impedem a mãe de escolher o tipo de parto que deseja.

Através das redes sociais, muitas mamães relatam a violência que sofreram. Deixamos claro que a violência começa desde o médico coibir a mãe de falar que sente dor durante o parto, a fazer cesárea sem consentimento, até mesmo fazer episiotomia indiscriminada (o corte entre o ânus e a vagina para facilitar a saída do bebê) sem informar a mãe.

A fotógrafa Carla Raiter, relata muito fielmente a dor que essas mães sofreram no projeto “1:4 Retratos da Violência Obstétrica”. Nele ela mostra as marcas deixadas por profissionais no corpo de poucas das muitas mulheres que sofrem todo mês deste tipo de violência. As fotos foram feitas com closes, sem revelar a face das mulheres, juntamente com a parte do corpo frases em forma de tatuagem temporária, contam as histórias dessas mulheres.

Mãe revela a sua cicatriz devido a uma episiotomia.

Mãe revela a sua cicatriz devido a uma episiotomia.

Mãe mostra a cicatriz de uma cesárea feita contra a vontade dela.

Mãe mostra a cicatriz de uma cesárea feita contra a vontade dela.

Mãe pede água. Médica nega o pedido.

Mãe pede água. Médica nega o pedido.

Pai foi impedido de acompanhar o parto.

Pai foi impedido de acompanhar o parto.

Mãe compara a sala de parto a um calvário.

Mãe compara a sala de parto a um calvário.

Clique aqui, para ver todas as fotos.

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O sono dos bebês

Assim como os adultos, os bebezinhos também têm várias etapas de sono e são dividos da seguinte forma: a semiconsciência, sono leve, sono com sonhos e sono profundo. São vários ciclos que percorremos., até acordarmos e dormimos novamente. As pessoas possuem em média cinco ciclos de sono por noite.

Os sonhos: a etapa do sono em que geralmente sonhamos é conhecida como REM (rapid eye movement, ou movimento rápido dos olhos). Os bebês começam a sonhar dentro do útero da mamãe,entre o 7º mês de gravidez. Enquanto sonham, os recém-nascidos se movimentam bastante e possuem uma respiração irregular. Os bebêslarge (2) passam cerca de 25% do sono, sonhando! Segundo o especialista em sono norte-americano Richard Ferber, as crianças ao nascer passam por volta de 50% do tempo dormindo em estágio REM.

Sem sonhos: nessa etapa, o bebê começa a respirar de forma mais calma e regular, suspirando profundamente. Podendo ter movimentos mais bruscos em alguns momentos e ficando em posições estáveis em outros. O sono do bebê com o passar do tempo, tende a ficar mais regular.

 

 

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O que é sopro cardíaco ? Meu bebê tem, e agora?

Bom, primeiramente o que seria o sopro? É um termo que descreve o som diferente que o sangue faz ao passar pelas válvulas e vasos sanguíneos do coração. Pode ser o resultado de uma abertura indevida ou de má-formação de uma das válvulas do coração.

A maioria dos sopros não prejudica a saúde. Alguns, no entanto, indicam algo desregular no coração. Quando o bebê possui o sopro, na maioria dos casos, o médico através do estetoscópio  distingue, apenas pelo som, sopros em níveis mais graves.

medico-examinando-coracao-do-bebe-0000000000000CC1É importante que as mamães saibam que é normal os recém nascidos possuírem sopro nos primeiros instantes e até mesmo dias de vida. O sistema circulatório, que dependia da placenta no útero, sofre alterações quando a criança começa a utilizar os pulmões para respirar. Com isso, é feito um outro exame para o médico analisar se existe algum problema no coração do bebê. Em alguns casos o sopro aparece apenas quando a o bebê se torna adulto.

O sopro é muito mais comum do que se imagina. Ele atinge cerca de 50% de todas as crianças. Muitas vezes, o ruído do coração é apenas uma característica do funcionamento. Se o seu filho possuir o tipo de sopro grave, provavelmente, o médico/pediatra o encaminhará ao cardiologista para fazer os exames necessários. Se cabível será feito o acompanhamento médico, e em alguns casos pode-se recorrer a operações, que por sinal, são muito simples.

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Gourmet: Papinhas.

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Os pequeninos estão descobrindo novos paladares. Que tal a mamãe inventar novas papinhas? A Curumim traz 2 diferentes receitas de papinhas, para a mamãe fazer em casa e o melhor, sem dificuldade!

Papinha de carne

Ingredientes

1 fio de óleo vegetal ou azeite

1 colher (chá) de cebola picada

2 colheres (sopa) de carne cortada em pedaços pequenos

2 colheres (sopa) de brócolis picado

2 colheres (sopa) de macarrão

2 colheres (sopa) de espinafre picado

2 colheres (sopa) de feijão já cozido

1 pitada de sal

Cebolinha e salsinha (se desejar)

Modo de preparo: em uma panela coloque o fio de óleo e refogue a cebola e a carne. Acrescente o brócolis e o macarrão. Acrescente uma quantidade de água suficiente para cobrir todos os alimentos. Deixe cozinhar até que o macarrão esteja bem molinho. Então, acrescente o espinafre e o feijão já cozido, deixe cozinhar por mais alguns minutos. Adicione uma pitada de sal. Amasse todos os alimentos com um garfo, acrescente a cebolinha e salsinha, e sirva.

Papinha de mandioquinha

Ingredientes

1 fio de óleo vegetal ou azeite

1 colher (chá) de cebola picada

2 colheres (sopa) de carne cortada em pedaços pequenos

2 colheres (sopa) de mandioquinha cortada em cubos pequenos

1 cenoura pequena cortada em rodelas

1 pitada de sal

Cebolinha e salsinha (se desejar)

Modo de preparo: em uma panela coloque o fio de óleo e refogue a cebola e a carne. Acrescente a mandioquinha e a cenoura. Cubra com água e deixe cozinhar até que todos os alimentos estejam bem macios. Adicione uma pitada de sal. Amasse todos os alimentos com um garfo, acrescente a cebolinha e salsinha, e sirva.

Todas as receitinhas foram elaboradas pela nutricionista Letícia Menezes, criadora do site Central da Nutrição.