Violência obstétrica: marcas no corpo e na alma.

Hoje, no Brasil, uma em cada 4 mulheres sofrem violência durante o parto. Toda mãe deve ter o direito de conceber o seu bebê da forma que desejar. Porém muitos médicos e enfermeiras, de rede pública e privada, impedem a mãe de escolher o tipo de parto que deseja.

Através das redes sociais, muitas mamães relatam a violência que sofreram. Deixamos claro que a violência começa desde o médico coibir a mãe de falar que sente dor durante o parto, a fazer cesárea sem consentimento, até mesmo fazer episiotomia indiscriminada (o corte entre o ânus e a vagina para facilitar a saída do bebê) sem informar a mãe.

A fotógrafa Carla Raiter, relata muito fielmente a dor que essas mães sofreram no projeto “1:4 Retratos da Violência Obstétrica”. Nele ela mostra as marcas deixadas por profissionais no corpo de poucas das muitas mulheres que sofrem todo mês deste tipo de violência. As fotos foram feitas com closes, sem revelar a face das mulheres, juntamente com a parte do corpo frases em forma de tatuagem temporária, contam as histórias dessas mulheres.

Mãe revela a sua cicatriz devido a uma episiotomia.

Mãe revela a sua cicatriz devido a uma episiotomia.

Mãe mostra a cicatriz de uma cesárea feita contra a vontade dela.

Mãe mostra a cicatriz de uma cesárea feita contra a vontade dela.

Mãe pede água. Médica nega o pedido.

Mãe pede água. Médica nega o pedido.

Pai foi impedido de acompanhar o parto.

Pai foi impedido de acompanhar o parto.

Mãe compara a sala de parto a um calvário.

Mãe compara a sala de parto a um calvário.

Clique aqui, para ver todas as fotos.

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>